sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Palestra - Tomás Cabreira, um algarvio da 1ª República


Integrado nas comemorações do Centenário da República e do Mês Internacional das Bibliotecas Escolares,realizou-se ontem, na BESTC, às 19h30, a Palestra "Tomás Cabreira, um algarvio da 1ª República", pelo professor Henrique Vieira.
A sessão constituiu um importante contributo para o conhecimento da figura do patrono da Escola, enquanto eminente figura da 1ª República, quer a nível nacional, quer na sua relação com a sua região natal, o Algarve.
A atividade contou, ainda, com intervenções do grupo de jograis ACANTO-TC, na divulgação de textos de temática republicana.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Dia Internacional das bibliotecas escolares


Comemora-se hoje, 25 de Outubro, o Dia Internacional das Bibliotecas Escolares.
Como forma de assinalar esta data, a BESTC divulgou o TOP LIVROS e o TOP LEITORES, relativo a este início de ano letivo.

TOP LIVROS:
1. Organização e gestão hoteleira / Manuel Ai Quintas
2. Os Maias / Eça de Queirós
3. Memorial do convento / José Saramago
4. Brisingr : Livro Terceiro de O Ciclo da Herança / Christopher Paolini
5. História de uma gaivota e do gato que a ensinou a voar /Luís Sepúlveda

TOP LEITORES:
1. Luísa Maria Sousa Teixeira
2. Beatriz de Lima Granado
3. António José Salgado Pereira
4. Moisés Emanuel Rodrigues da Graça
5. Ana Cristina Jesus Martinho

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Prémio Nobel da Literatura 2010: Mário Vargas Llosa



O Prémio Nobel da Literatura 2010 foi hoje atribuído ao escritor peruano Mário Vargas Llosa.

Jorge Mário Vargas Llosa, nascido em Arequipa, no Peru, em 28 de março de 1936, é um dos maiores escritores de língua espanhola, reconhecido como romancista, jornalista, ensaísta e político.
A sua obra critica a hierarquia de castas sociais e raciais, vigente ainda hoje, segundo o escritor, no Peru e na América Latina, tendo como principal tema a luta pela liberdade individual na realidade opressiva do Peru. O seu terceiro romance, Conversa na Catedral (1969), publicado em quatro volumes e que o próprio Vargas Llosa caracterizou como obra completa, narra fases da sociedade peruana sob a ditadura de Odria em 1950.
Algumas das suas obras, como A cidade e os cachorros (1963), A Casa Verde (1966), A Tia Júlia e o Escrevinhador (1977) e Peixe na Água (1991), são autobiográficas.
Como vários outros intelectuais de sua geração, Vargas Llosa sofreu a influência do existencialismo de Jean Paul Sartre, além de se sentir a influência de William Faulkner.
Em 1980 passa a ter maior atividade política e, em 1990, concorre à presidência do país, mas perde a eleição para Alberto Fujimori. A partir dessa data, retoma a sua atividade literária, que culmina com a atribuição do Prémio Nobel da Literatura em 2010.

OBRA
Ficção:
Os Chefes (1959)
Pantaleão e as visitadoras (1973)
A Guerra do Fim do Mundo (1981)
Historia de Mayta (1984)
Quem matou Palomino Molero? (1986)
O falador (1987)
Elogio da madrasta (1988)
Lituma nos Andes (1993) - Prémio Planeta
Os cadernos de Dom Rigoberto (1997)
Travessuras da Menina Má (2006)

Teatro:
A menina de Tacna (1981)
Kathie e o hipopótamo (1983)
Olhos bonitos, quadros feios (1996)


PRÉMIOS E CONDECORAÇÕES

Ao longo de sua carreira, Mario Vargas Llosa recebeu inúmeros prémios e condecorações.
Destacamos alguns:
Prémio Rómulo Gallegos (1967)
Prémio Cervantes (1994).
Prémio Nacional de Novela do Peru (1967),
Prémio Príncipe das Astúrias de Letras de Espanha (1986)
Prémio da Paz de Autores da Alemanha (1997).

É membro da Academia Peruana de Línguas, desde 1977, e da Real Academia Espanhola (RAE) desde 1994.
Tem vários doutoramentos honoris causa por universidades de todo o mundo.
Foi condecorado pelo governo francês com a Medalha de honra em 1985.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

100 Anos de República

Outubro é o mês das bibliotecas escolares. Este ano é, também o culminar das comemorações do centenário da República. Na BESTC asssociamos os dois aspetos. Assim, como primeira iniciativa, temos uma exposição com o título 100 Anos de República, onde se destacam, para além de alguns dados cronológicos, as figuras de alguns algarvios, em especial Tomás Cabreira, patrono da escola, destacado republicano dos alvores da Primeira República (foi vereador da Câmara Municipal de Lisboa, em 1908, deputado republicano pelo Algarve às Constituintes, em 1911, senador, em 1912 e Ministro das Finanças, em 1914).
A exposição inclui também uma mostra bibliográfica.